Palavras

Há quem diz que são como um “sopro de ar”…

Alguns cometem o delito de usá-las em vão.

Outros se calam, emudecem.

Mergulham no silêncio de sua alma,

Que grita.

Clama.

Pede!

É o discurso do vazio!

Cheio, profundo, inatingível.

Que toca pela indiferença,

Que intriga pela ausência.

É o não dito que diz…

No gesto,

No toque,

No olhar.

É a vida,

Em sua forma mais singular…

Ela que é tão efêmera,

Que nos escapa ao respirar!

Sem controle, sem manipulação…

Sem a obrigação de sentir ou fazer,

Mas pelo simples desejo e ousadia de viver.

Anúncios

2 comentários

Deixe uma resposta