Maturidade!

A motivação de escrever sobre a saúde feminina, se deve a minha menopausa precoce e seus desdobramentos. Uma fase desafiadora mas que trouxe aprendizado e leveza diante da maturidade. Tudo começou em 2014 com o climatério. Do latim, Climacterium! De acordo com a wikipédia, é o nome científico que descreve a transição fisiológica do período reprodutivo para o não reprodutivo na mulher. E a menopausa se dá pela última menstruação ocorrida. Famosa por seus “fogachos”….rs. Eu tinha 43 anos na época e confesso que não foi fácil. Primeiro porque eu não aceitava e segundo porque junto com esse processo da menopausa, descobri a baixa vitamina D e infelizmente a osteoporose. Um verdadeiro efeito em cadeia que deixo para os profissionais da saúde explicarem. Meu intuito aqui é chamar atenção e o devido olhar para o nosso corpo. O que ele compreende. Ele merece toda a nossa reverência. Cada pedaço, cada estrutura óssea, cada músculo. Que sem a devida harmonia, sem atividade, ele padece aos poucos e sem que a gente perceba. Ou seja, exercício tem que ser nossa prioridade.

Essa importância toda eu só dei agora. Com a descoberta do meu segundo “ose”. Sim, uma artrose de quadril. Mas a ela agradeço, pois a ficha caiu. Desgaste da cartilagem. E com ela em crise não posso cuidar adequadamente da osteoporose. Não vejo a hora de fazer musculação, pasmem! rsrs. Sempre fui magra. Aparentemente não precisava de dieta ou exercícios. Mas a natureza não é bem assim e o tempo foi passando…Longe de ser um queixume, aprendi que rir de si mesma é a melhor coisa da vida. Nos dá leveza. E condições de ir adiante. De ter forças. De ter prazer em seguir uma dieta. Uma rotina de exercícios. Etc. Porque envelhecer todos nós vamos! Certo? Portanto é nosso dever cuidar desse esqueleto que nos sustenta, da melhor forma possível. Com alegria, vigor e muito amor. Sobretudo porque tem muita coisa pior. A menopausa nada mais é do que uma fase da vida que toda mulher entrará. Cedo ou tarde.

O meu depoimento se dá pois a Osteoporose é uma doença silenciosa e que atinge 10 milhões de brasileiros. É possível melhorar sua condição óssea, ingerindo cálcio, repondo vitamina D, fazendo atividade física mas ela continuará a existir. Geralmente se descobre quando há uma fratura. No meu caso, descobri casualmente com a minha ginecologista. Que sempre foi muito detalhista e me solicitou a densitometria óssea, cujo exame constata a osteoporose. Agradeço a ela por ter tido o olhar necessário. Olhar este que agora é meu diariamente.

Além da menopausa e outros fatores, a genética também pode contribuir para uma osteoporose precoce. Conversar com seu médico sobre seus sintomas e histórico familiar é muito importante. E você? Vai no seu ginecologista regularmente?

Cuida de seu corpo?

Até o próximo post! 🙂